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     A CHEGADA



            Foto feita por Jose Carlos Soler Teixeira dos Santos Filho na chegada, em setembro de 2008 depois de sacodir a poeira e tomar um banho

​Primeiro vamos sacodir a poeira, tirar um pouco de barro e retirar todo o resto de  areia e capim.

Primeiro banho

Quando foi lançado o G 15 fiquei inclinado a adquirir um, mas nesta época tinha prioridade em outros projetos. E a vida segue, vinte e tantos anos depois, em 2008 resolvi que iria procurar um . Pintou uma possibilidade depois de muita procura e a agarrei como pude.

O bichão estava demasiadamente feio, muito maltratado . Os trabalhos de conserto que lhe fizeram foram horríveis, ficaram tétricos. Pensei que teria de chamar algum super herói para dar conta do recado. Tomei para minha própria lavra a empreitada, visto que deveria ser feito um trabalho bonito para evitar contratempos no futuro. E não poderia culpar a ninguém. Fui até Bacaxá (Litoral norte do Rio de Janeiro) onde fui muito bem recebido pela família dona do veiculo (eram os segundos donos).

Onde jantei e pernoitei. Dia seguinte contratei os serviços de transporte e rumamos para o Rio com o Gurgel balançando encima da prancha. O destino final era a casa da família de um amigo de mais de 40 anos ( dos anos 60) que cedeu um espaço para a recuperação e eventuais modificações.

Será meu endereço nos finais de semana por muito tempo.

Gurgel do Natanael é uma tentativa de ajudar a outros G15 na recuperação, quando seu proprietário estiver sem "grana" (foi exatamente assim que aconteceu, eu estava "duro". Tentarei com fotos e algumas palavras mostrar fases da recuperação e modificação.

Fiz algumas fotos quando lembrei e também quando fui acompanhado de Mariana Viegas de Oliveira, minha caçula que fez mais algumas, depois foi a vez de Alexandre, meu filho,a quase totalidade das fotos são do Zeca (José Carlos Soler Teixeira dos Santos Filho, sobrinho emprestado) filho de Anna e Carlinhos na casa onde esta meu bichão, José Carlos Soler Teixeira dos Santos também fez algumas, Antônio Arrais (Totonho) e eu também fotografamos o Gurgel em Vigário Geral onde tenho passado muitos fins de semana descansando e me divertindo como: Laminador, serralheiro, mecânico, pintor, designer mecânico, soldador e algumas outras funções.

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COMEÇANDO OS TRABALHOS

SERVICES

A Chegada

Tem gente que acredita em qualquer propaganda

A quem interessar possa: Sou Natanael de Oliveira, tenho certeza que sou um cara legal. "Pau pra toda obra". Amigos podem contar a qualquer hora e em qualquer lugar, usar e abusar. Com um montão de defeitos mas algumas qualidades, sou tipo família, creio ser bom marido e bom pai, tem que perguntar a eles. Muitos amigos e mais uns poucos. Gostaria de ter um inimigo pra poder botar defeito, porque os meus e os de meus amigos a gente conhece
mas não enaltece .Ainda não descobri meu limite e as vezes me ferro por isto. Sou fabricante de equipamentos para esportes ao ar livre, fundador da Alpinat, também desenvolvo equipamentos especiais. Quase ecologicamente correto. Gosto de esportes ao ar livre. Sou Guia de Montanha, faço escaladas em rocha e gelo. Bom, pra finalizar: sou uma pessoa normal como muitas outras; com defeitos e qualidades que não vou enumerar. Pra melhorar um dia vou jogar pra ganhar a Sena.​

 

Registro da recuperação do Gurgel G15 CD 2 portas ano 1980

G15 CD 1980

De Setembro de 2008 à 2014 quase todos finais de semana, com sol ou chuva, com sol a proteção era maior porque os buracos no toldo não atrapalhavam, com chuva era um pouco brabo porque os buracos deixavam molhar bastante e as vezes faziam bolsões que despejavam quando me distraia, e eram exatamente nas laterais onde tinha que me postar para o trabalho, uma capa de chuva decente era improvável, as de polietileno descartáveis as vezes duravam um dia, e à noite com chuva e sem capa tinha que ir dormir. Só permanecia acordado e ´´virava à noite`` quando fazia calor ai o trabalho seguia tranquilo. Era o melhor horário porque não tinha interrupções. Só quando havia uma perseguição policial ou passavam dando tiros na rua. Para ilustrar: Eu estava no Subúrbio do Rio de Janeiro em Vigário Geral no terreno de um amigo. Os componentes agregados ao carro eu os fiz todos lá. Bagageiro expansível que dobra de tamanho para armar a barraca na extensão do teto e o dobro da largura, foram gastos seis tubos de seis metros cada, com secção retangular de 40X20mm, montado em piso irregular mas com uso do esquadro e os pontos de soldas do amigo Hélio (serralheiro e vizinho do lado da casa do Carlim) , Para-choque dianteiro com limpa mato ´´hecho in house``, o tubão central em delta é do reforço do para-choque de minha ultima Brasília, as curvas que envolvem os faróis são de uma escada de lancha em aço inox que veio na frente do carro como uma moldura de faróis e para-choque ( pode ser visto na primeira foto), foi só fechar um pouco a curva para dar simetria nos contornos e compor com os demais perfis, o perfil grande da peça em si estava no ferro velho me esperando, na porta quatro peças com 0,83m em perfil de 6¼ x 2' x 3/16 , com o espaço para o guincho quase consigo fazer toda curva para compor a ponta de fuga na lateral, não deu, duas peças para o dianteiro e duas para o traseiro, a curva foi terminada com polaina de fibra maciça para maior resistência, não a curva em si mas a extensão dela. Dois olhais de suspensão de carga de 2'1/2X1/2 rosca de 5/8 BSW 11, (para quem entende) fator de segurança X4 e ensaio de tração com 20.000 ciclos, resistência de tração 36 KN na frontal (90 graus) e 26KN na diagonal (45 graus) pode dizimar o bichão, mas as argolas de cargas sobrevivem, (argolas de carga da Light) em qualquer eventualidade darão um bom arrasto, 

coloquei também no para-choques traseiro com mais uma alça roscada de 80X10mm para tapar dos furos que já estavam e não usar solda. 

Suporte extra removível para estepe e braço para faróis de neblina de Belina modificados, presente de Sergio Cardiano, alongamento da mesa do guincho para externa-la já que o para-choque novo aumentou o comprimento  da carroceria e  o deixaria escondido. O guincho é manual e usa cabo de aço de 08mm com 25 metros. A haste de alavanca fiz segundo observação da alavanca do carro do Francisco Branco amigo do Gurgel Clube, não pude copiar à risca por não tê-la em mãos, não ficou igual mas é funcional. Telas para faróis, faróis de neblina e de milha, todas as telas foram montadas em tubo de cobre serrados na longitudinal para encaixar e fixar, a tela é de ferro. O farol de neblina é modelo que não tem à venda, modificação feita à partir de um par sem as lentes forjadas, tive que alonga-los para poder colocar lentes planas, a original não é vendida para reposição (também disponibilizada pelo Miller). Dentro da frente por trás do para-choque foi instalado um tanque de ar comprimido para buzina (corneta no teto*) e possíveis avarias nos pneus. Na falta do ar tem uma buzina de corneta elétrica ao lado do tanque de ar acoplada como um sistema paralelo, esta me foi doada por meu brother Antônio Arrais (Totonho) ou o também brother, Anienton, a citação é por as vezes receber de um peças que eram do outro. Entre para-choque e para-brisas esta afixada a pá para dias ruins em atoleiros, era uma cavadeira comprada na loja da esquina, com os cantos cortados e arredondados e cabo de pá convencional para trabalhos de alvenaria transformou-se numa excelente ferramenta para ``fora de estrada´´ os suporte são uma composição de aço e alumínio feitos à medida e com cadeado para se estar tranquilo. Guardada no modulo de carga uma outra pá articulada da Tramontina presente do amigo Fonfom , alonguei o cabo para economizar as costas quando o trabalho for mais pesado. Nos para-brisas dianteiros foi diminuído o quadro para colocação sem a borracha convencional dos veículos antigos, entra a de vidros brindados (só a borracha) que é fabricada normalmente ao contrário da original que hoje se fabrica menos. O vidro foi colado com cola de silicone própria para essa função. No bagageiro compondo o visual frontal o suporte de faróis de milha, oito no total, acendendo quatro ou quatro e todos juntos se necessário for,

As fotos não obedecem a nenhuma cronologia

A primeira ação seria a de limpar e depois listar as prioridades 

Bem posicionado ao lado de uma tomada de água. Banho tranquilo, só poeira, barro e fragmentos de capim.

  Ainda não coloquei a roupa da briga, e  já desisti da listagem.

Urge retirar essa  escada de inox  que tenta se passar por lateral de carroceria. A peça na carroceria é o porta estepe, posicionado entre motor e e cabine

Onde estava o estepe hoje está o cilindro de gás, por cima,  a caixa de som, o porta estepe transformou-se em jardineira doméstica.
O pior para se fazer um remendo em fibra é a retirada do que usaram antes
Creio que posso economizar em explicações as imagens não falam, gritam. E que grito está dando a foto abaixo
Engenhosidade do cidadão; para manter a curva uma régua de chapa galvanizada com rebites e parafusos e massa de calafetar barcos
A curva do para-choque foi lixada, fibra por dentro esperando o tecido. A barra da caixa de rodas também tem chapas com rebites. Ver foto abaixo
Só poderei retirar os rebites e a régua  galvanizada quando a curva estiver resinada e assegurar que a caixa de rodas não vai abrir
A curva já está firme, os pedaços da saia foram compostos e mais o que faltava , colada , remendada e colocada
Esta curva parecia perfeita senão fosse o mau trabalho de lixa não teria notado que era plastique, foi retirado e agora estou aplicando fibra
Para anotar tudo que deverá ser feito teria que contratar um Pero Vaz de Caminha. A peça ao lado é a capota do modulo de carga. Não há fotos dela
As mais inusitadas formas de usar ferramentas. A borda da carroceria esta bem gasta, não sei como fizeram por estar toda pintada
Espuma de polietileno expandido modelada no positivo para evitar fazer forma para a externa com raios e ângulos assimétricos 
Na curva tive que usar tecido no lugar de manta. Não tem a córnea de farol nem saia dianteira que está em pedaços, é colar e o resto copiar o outro lado
Composta a curva e resinada, agora é aplicar as camadas de tecidos e resina  para igualar espessura. Vamos para a modelagem da córnea. (não há fotos)
O dano causado pelo choque na curva alcançou a caixa da lanterna e seta que também está com massa de vedação de barcos
A avaria não foi só na curva, a parte de cima também falta pedaço
Foto para eternizar minha camisa da ''Recuperação de Trilhas'' com Ivan Terra Limpa
Esta roda é do Ômega CD com pneus 7-10-15 da Rural por uns tempos. A terceira luz de freio instalada
Rodeado de verde, respirando ar puro e desfrutando de um gramado autóctone. Sob esta linda manta de PVC meu compressor de motor de máquina de lavar e compressor de geladeira de botequim das antigas

Ai está o balaustre do piloto, gostei dele, o suporte antes era uma  perfil L de ferro 2'X2'X1/8  sangrei um lado para curvar e copiei o encontro do teto com a lateral

Lateral já lixada para receber o primer. Descarga aérea terminada , só desmontar e esperar chegar  a fase de pintura

A cavadeira  está se transformando em pá  fora de estrada; ganhou um cabo de pá e ganhou suportes na comissão de frente, só falta recortar os cantos

O cara que me vendeu os aros de Ômega CD me deu as calotas, gostei mas não encontrei para comprar mais uma para o estepe. Por outro lado me ferrei, comprei como se fossem 5x112, e são 5X110

Não consegui adocicar a curva da descarga dando-lhe simetria, só se tivesse um outro perfil forçando-a a fazer o que não quer. Então: tá bunito! Mas este aro é muito feio, e tá aqui na minha cara.

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O painel estava como se uma criança brincasse nele com um martelo. Coloquei a barra para colocação de mapa e manter a horizontal quando aberta para anotações

O quadro do para-brisas já está no tamanho para a mudança de com borracha para colado

É só mais uma do não sei pra que

Estava na cabeça o que queria fazer, mas cadê o projeto com as medidas? O resultado foi curvar de última hora a moldura da tela para caber junto com a descarga 

O guincho manual com vinte e cinco metros de cabo de aço de 08mm ,.Fiz a alavanca depois de ver a do Gipinho do F. Castelo Branco

A escadinha ficou boa, em vez de um degrau retratil, deveriam ser dois. O filtro de ar também caiu em minhas boas graças

Nesta dá para observar melhor o desenho do para-choque, pino-bola protegido a carenagem da descarga e a sanfona de aço inox

Este perfil C sobre o para-choque é o original, ficava onde está o atual mas colado a carroceria como se vê na foto, e o pino-bola longe dele

Diria nada a declarar mas direi o que penso: esse bichão é bonito

Tamus  indo. Limpa mato instalado só para poder compor o resto. Telas prontas e selead bean comprado 
Esta foto devem te-la feito durante a semana. Não estou vendo atividade. Dá pra ver quão eficiente deve ser este toldo em dias de chuva. 

Ensaio de visual do porta-estepe escamoteável dianteiro, para longas jornadas

A caixa de faróis esta no lugar mas não está instalada e  para a colocação do punho de controle

Estes aros não eram tão feios, mas depois de alargar vinte furos no limatão e conferir a cada movimento com  o cubo de rodas, eles ficaram horríveis , precisam de calotas para estarem mais simpáticos. O pneu é o 710X15 da Rural

Este é o modelo de pneu que quero comprar

Parece que esta foto é só pra ser mais uma

Em meio a balburdia de ferramentas e material de trabalho destaca-se o quadro com vidro extraído da lateral para colocação da janela

Dizem que a propaganda é a alma do negócio, ai está um pouquinho da minha

A portinha de alumínio da entrada do tanque de gasolina. O estribo sobre a tampa do bagageiro, as extremidades da tampa ficaram feias

Notei que o pivô era excêntrico quando fazia a ferragem do porta-estepe, sem problema só inclina um pouco para a esquerda quando todo aberto

O que tem nesta foto já mostrei em outras, então não se detenha

Ia colocar nada a declarar, mas posso citar a escada; poderiam ser dois degraus retráteis em vez de um só

E aqui na lateral esquerda vê-se uma autentica forma para molduras de para-brisas

Não digo nada nem copio do lado, pode passar batido

Acho que as duas fotos  são para mostrar que as córneas de farol estão no lugar

Motor remontado depois da troca  de anéis, juntas, buchas em estojos do cabeçote e coletor da descarga e reparos de carburador  no lugar   pintado também,  sem fotos mostrando um passo-a-passo como pretendia, a ideia era mostrar para outros como fazer e dar outro motivo para estas postagens. Não é preciso dizer que troquei velas  cabos e platinado, mais o modulo de injeção eletrônica que um cara que manjava muito ligou errado só pra ajudar e queimou. Totonho me deu outro.  

O projeto na minha cabeça era o do desenho feio na foto acima, Mariana ainda acertou os pneus e assinou por isso (canto inferior direito). Não aprendi a desenhar no computador,   nem com analgésico. O desenho era a ideia; um rack de Parati no teto para caiaques,que foi colocado no Santana e o projeto de bagageiro da Rural com barraca e barco, veio pro Gurgel. O projeto não passou para o papel mas, se prestar atenção existe fidelidade, só troquei com a Rural o bagageiro. O motor está sem o distribuidor que está desmontado aguardando um dia chuvoso para montar (dia de chuva, trabalhos internos) e a polia para ser trocada, troquei de dínamo para alternador e continuei com a polia antiga

Fase do não fazer quase nada; aplicar o primer de poliuretano caçar defeitos e corrigir com massa 

Não é espaço para registro policial até porque não foi feito, só para ilustrar. Em frente a coluna da porta com a da janela do Gurja, no chão onde se vê uma graminia com duas folhas amareladas de susto há um pequeno orifício ao lado. no caso também ao lado do meu pé, estava com a porte entreaberta para pegar ferramentas atrás do banco. Pensei ter ouvido uma amora cair roçando na beira do toldo e indo ao chão, como, se os galhos da amoreira não chegam até aqui? As mangas ainda não caem, na análise pareceu mais a uma bola de gude caindo de muitos metros num piso de barro bem batido.A desconfiança ficou pela velocidade e a bola faria um rombo e não via rombo algum no meio da grama consegui ver um furo com se fosse feito por uma caneta bic, cavei o buraco com a chave de fenda grande, encontrei a uns quinze centímetros abaixo um projetil de 7,62. Sei porque na caserna fui atirador de apoio de grupo e usava o FAP irmão maior do FAL. Bom...ali mesmo  vi telha de amianto da oficina quebrar a ponta e cair no chão sem pedras ou mangas maduras

Fez sua aparição publica em 1979

Falta a picape cabine simples

Falta a picape longa cabine simples

Falta o cabine simples com teto de lona

Falta o Vanguard para camping, quase um moto-home disponibilizado sob encomenda.

A versão bombeiro, com luzes giratórias sobre o teto

Falta o quatro portas 

Falta a versão militar não sei quais nem quantas, mas eram X-15

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